Na Floresta do Alheamento
      Divagações sobre um tempo etéreo...
      Devaneios imaginários da vida cotidiana que nos engole...

      " ... e que não tardeis tanto quanto o quebrar das almas , no intocável silêncio do desespero."


Quinta-feira, Julho 05, 2007

E a moça, entre o brincar com os cachos que teimam em descer-lhe ao rosto, e o sutil movimento de desenhar sonhos para os que ela guarda, se percebeu desperta.

Os gestos lentos, o espreguiçar dos sentidos, o som cristalino do riso amanhecido.

Como no quadro de Van Gogh, a explos?o de luzes dançando no céu, saúdam o recomeço da noite estrelada.

Comentários [.4.]               posted by Moça dos lírios at 9:59 PM
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